17 janeiro 2017

Review: O Rapaz e o Monstro


Gênero: Animação e Fantasia
Duração: 118 minutos
Classificação: 12 anos
Avaliação☆☆☆☆
Sinopse: A história do filme vai desenrolar-se à volta de um garoto que se separou dos seus pais e se torna disciplino de um Bakemono. O local onde a história se vai desenrolar é uma escolha interessante, será Shibuya em Tóquio.

Ren é um garoto de 9 anos que acaba fugindo de casa logo após a morte da mãe. Seu pai não apareceu para buscá-lo, por isso será criado por outros parentes, mas inconformado com a situação ele acaba fugindo e isso o leva a vaguear sozinho pelas ruas de Shibuya. 
O garoto acaba encontrando uma pequena bola de pelos brancos que ele não sabe ao certo o que é, mas ela começa a segui-lo. 

Ren também acaba encontrando Kumatetsu, um monstro que está andando no mundo humano. Kumatetsu acaba por fim convidando o garoto para juntar-se a ele, mas o monstro não imagina que o garoto iria mesmo segui-lo para o mundo dos monstros. 
Kumatetsu está treinando para ser o próximo lord do reino dos monstros e para que isso aconteça ele precisa ter um aprendiz, mas infelizmente ele não consegue ensinar ninguém.

O garoto se recusa a ser discipulo dele, está assustado e decide voltar ao mundo humano, mas em uma reviravolta ele acaba vendo a força do monstro e descobre que ninguém espera que ele seja o novo mestre, ninguém acredita que Kumatetsu será capaz de vencer Iozen. Ren decide por fim treinar com o urso, mas acaba não dizendo seu nome para o mesmo, então Kumatetsu dá um novo nome para o garoto, Kyuta.


Após o treinamento de seus discípulos, os dois mestres irão se enfrentar e o vencedor será o novo lord. Com isso o lord antigo poderá reencarnar como uma divindade. Vale lembrar que todos os animais do mundo dos monstros são antropomórficos. 
O filme é carregado de magia, beleza e diversas reflexões. Vamos aprendendo cada vez mais sobre o mundo dos monstros e como ele está interligado ao mundo humano.

Em contra partida descobrimos que humanos são proibidos no mundo dos monstros, pois as trevas podem aflorar dentro deles e isso pode causar grandes problemas.
O filme é bem colorido, interessante e adorável. Adoro o trabalho do Studio Ghibili e essa é com certeza uma animação que vale a pena ser vista.

14 janeiro 2017

Dragões de Feltro por Alena Bodrova


Alena Bodrova é uma ilustradora, artesã e designer gráfico que mora em São Petersburgo. A russa cria diversas esculturas de dragões de feltro com uma delicadeza enorme, mostrando assim um jeito cativante e adorável em cada dragão. 

Link's da autora: Esty | Behance 

13 janeiro 2017

Resenha: Praticamente Inofensiva


Autor: Douglas Adams
Editora: Sextante
Número de Páginas: 191
Ano: 2010
Avaliação☆☆☆☆☆

Sinopse: Os anos mais conturbados como um viajante solitário já haviam passado. Arthur Dent se resignara à nova condição e se acostumara à vida pacata e relativamente feliz como Fazedor de Sanduíches em Lamuella. Conquistara até um certo prestígio junto aos habitantes locais e fazia disso um bom argumento para continuar por lá. Ao mesmo tempo, Ford Prefect via-se num conflito profissional ocasionado pela repentina venda do Guia do Mochileiro das Galáxias para outra editora. Sem compreender o funcionamento do novo Guia – que passara a se "comportar" de forma estranha – e não gostando nem um pouco de seu novo cargo como crítico de restaurantes, Ford se mete em alucinantes roubadas para não sair prejudicado (e para obter algum lucro, é claro).
Em outro ponto do Universo, Tricia McMillan havia feito fama intergaláctica como repórter e levava uma rotina razoavelmente satisfatória, até um pequeno planeta chamado Rupert ser descoberto e tudo começar a dar estranhamente errado em sua vida.Espalhados pelos mais insondáveis cantos da Galáxia, Arthur, Ford e Tricia iam tocando suas vidas da melhor forma que podiam, mas tudo se complica novamente quando eles se reencontram. Tentando manter a sanidade e salvar a si mesmos, eles acabam assistindo juntos ao inevitável destino da Terra. Com reviravoltas surpreendentes, Praticamente Inofensiva traz aguardadas respostas, lança novas perguntas e, acima de tudo, faz o leitor lamentar o fim da saga de Dent e seus companheiros.

Em Praticamente Inofensiva - o último livro da trilogia de cinco - vamos continuar acompanhando a vida de Arthur, Ford e Trillian, que estão separados no momento, mas o universo acaba fazendo com que eles se encontrem novamente e quem sabe não é uma bela oportunidade para colocar tudo de volta em seu devido lugar!

Arthur está tentando viver sua vida e achar um planeta para chamar de lar, enquanto isso passa seus dias como fazedor de sanduíches de carne de Bestas Perfeitamente Normais. Sua vida começa a mudar quando Trillian aparece para Arthur trazendo uma garota que aparentemente é filha dos dois, mas como isso é possível?
Enquanto isso Ford Perfect acaba descobrindo que uma corporação comprou o Guia do Mochileiro e está vendendo o mesmo em todos os universos possíveis, mas nada poder ser bom visto que os donos da corporação são os Vogons.

O livro é cheio de reviravoltas, sumiços aqui e aparições acolá, humor ácido e várias criticas sociais que nos levam sempre a refletir em diversos momentos da leitura. Como sempre o autor não deixa nada a desejar. 
Apesar de alguns personagens não terem uma conclusão digna você fica curioso para saber o que de fato aconteceu. A história é muito boa e cheia de universos interessantes. 

Talvez alguns leitores se percam durante a leitura como sempre acontece quando o assunto é Douglas Adams, mas não se preocupe. Vá lendo com calma que todas as suas perguntas - pelo menos quase todas - serão respondidas na medida do possível. Talvez o final da história não agrade tantas pessoas, mas para mim foi suficiente para dar um final digno. 
Foi um grande prazer finalizar essa série! Nunca pensei que fosse gostar tanto de ficção cientifica e com certeza recomendo muito.
Não me recordo de achar qualquer erro na leitura, a capa segue o mesmo estilo dos demais livros da série e a diagramação é simples, porém bastante agradável.