09 fevereiro 2017

Resenha: A Espada do Verão - Magnus Chase e os Deuses de Asgard


Autor: Rick Riordan
Editora: Intrínseca
Número de Páginas: 448
Ano: 2015
Avaliação☆☆☆☆

Sinopse: Às vezes é necessário morrer para começar uma nova vida...A vida de Magnus Chase nunca foi fácil. Desde a morte da mãe em um acidente misterioso, ele tem vivido nas ruas de Boston, lutando para sobreviver e ficar fora das vistas de policiais e assistentes sociais. Até que um dia ele reencontra tio Randolph - um homem que ele mal conhece e de quem a mãe o mandara manter distância. Randolph é perigoso, mas revela um segredo improvável: Magnus é filho de um deus nórdico.As lendas vikings são reais. Os deuses de Asgard estão se preparando para a guerra. Trolls, gigantes e outros monstros horripilantes estão se unindo para o Ragnarök, o Juízo Final. Para impedir o fim do mundo Magnus deve ir em uma importante jornada até encontrar uma poderosa arma perdida há mais de mil anos. A espada do verão é o primeiro livro de Magnus Chase e os deuses de Asgard, a nova trilogia de Rick Riordan, agora sobre mitologia nórdica.

Magnus acabou indo morar nas ruas de Boston desde o acidente que acabou sendo fatal para sua mãe. Em um belo dia ele acaba encontrando seu tio Randolph, o homem que sua mãe mandou ele manter distância, mas em seu breve momento com seu tio ele acaba descobrindo algo sobre seu pai.
O jovem é filho de um Deus nórdico, porém apesar dessa revelação quase insana, as coisas começam a ficar sérias, pois as lendas são todas reais e Magnus irá precisar de toda a coragem possível para encarar seu destino.

Magnus corre grande perigo, pois além de precisar recuperar a espada perdida de seu pai, ele precisa fugir de um gigante de fogo que está tentando matá-lo. Infelizmente Magnus acaba perecendo durante sua primeira batalha, mas as coisas estão apenas começando na vida do garoto.
Morrer para ele não quer dizer o fim e sim apenas um novo começo, pois Magnus agora irá viver em um paraíso de guerreiros que esperam o grande dia do Ragnarok para lutar por Odin.

A valquíria que escolheu Magnus acha que não deveria tê-lo levado para Valhala, mas ela precisava seguir ordens e apesar de tudo sua vida está ligada a Magnus a partir do momento que aceitou sua missão de levar o garoto a Valhala.  Samirah al-Abbas tenta provar a todo momento que é digna de ser uma valquíria e apesar de ser desprezada pelas outras valquírias ela irá fazer de tudo para ajudar Magnus em sua missão, mesmo que isso lhe custe sua posição como valquíria. 

O garoto vai aprendendo a lutar, descobre diversas coisas sobre esse novo mundo e precisa impedir o fim do mundo. Magnus terá apenas uma chance de impedir que uma profecia aconteça, mas não será nada fácil. Ele e seus amigos terão um longo caminho pela frente!
Eu como uma boa fã do autor fiquei bastante empolgada quando descobri que iriam lançar esse livro no Brasil. Sou uma fã de mitologia e adoro quando os autores buscam base na mesma para escrever suas obras. 

Nesse livro vamos "trabalhar" com deuses nórdicos, anões, elfos e muito mais. Vamos conhecendo diversos personagens, cada um mais diferente e perigoso que o outro.
Os capítulos da história são curtos, o que é uma marca registrada do autor, mas em livros de muitas páginas como esse os capítulos curtos me cansaram um pouco a ponto de parar a leitura e retornar em outro momento, pois estava ficando muito cansativo!

Vemos um personagem principal preocupado, encantador, um bom amigo e sarcástico em quase todos os momentos.
Os demais personagens são interessantes e fazem com que o leitor fiquei curioso sobre o passado de cada um, vamos descobrindo no decorrer da leitura porque cada um está vivendo daquele jeito.
Talvez Magnus consiga ajuda onde ele menos espera, mas infelizmente nada é fácil de conseguir quando quer impedir o fim dos tempos.
Gostei muito da capa, a diagramação está ótima e não achei qualquer erro no decorrer da leitura.

A questão do destino, Magnus, é a seguinte: mesmo que não possamos mudar o cenário, nossas escolhas podem alterar os detalhes. É assim que nos rebelamos contra o destino, como deixamos nossa marca. Que escolha você vai fazer?

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