Resenha: Alice no País das Maravilhas

 


Autor: Lewis Carroll

Editora: Faro Editorial 

Número de Páginas: 144

Ano: 2020

Avaliação:  ☆☆☆☆☆

Sinopse: Com as ilustrações originais que deram vida aos personagens, explore o universo único criado por Lewis Carroll. Esta é a história sobre uma garotinha caindo de um buraco de coelho que se tornou a heroína mais popular da literatura inglesa. Enquanto Alice explora um mundo subterrâneo bizarro, ela encontra um elenco de personagens estranhos e fantasiosos: o apressado Coelho Branco, o Chapeleiro Maluco, o sorridente gato Cheshire, os gêmeos, a terrível Rainha de Copas e outras criaturas extraordinárias. Perca-se nesta aventura através dos olhos de Alice nesse maravilhoso mundo nonsense, repleto de significados criados por meio de sátiras, alegorias e metáforas, que escondem profundas revelações. Talvez Alice não seja mais que um sonho, um conto de fadas sobre os desafios e tribulações do crescer ― talvez seja a visão de que o mundo adulto parece estar de cabeça para baixo, quando visto pelos olhos de uma criança...



Essa é a segunda vez que leio a história da pequena Alice, e percebi que em cada leitura notei aspectos diferentes em determinadas situações, como se eu estivesse lendo a história sob um novo olhar. Para quem não conhece Alice no País das Maravilhas vem comigo que eu vou contar um pouquinho dessa história.


Alice é uma menininha de dez anos que está completamente entediada enquanto sua irmã lhe conta uma história. É nesse momento que Alice avista um coelho branco resmungando, inclusive o coelho parece apressado, como se estivesse atrasado para um compromisso e como a curiosidade infantil é enorme, Alice acaba seguindo o coelho branco até que se depara com um buraco; e como alguns já sabem, ela cai nesse buraco e é levada ao País das Maravilhas.


O país das maravilhas trata-se de um lugar cheio de criaturas mágicas, algumas delas mortais, encontramos uma Rainha levemente desequilibrada, um chapeleiro maluco, um gato risonho e muita magia. 

A Rainha de Copas não consegue resolver as coisas de forma civilizada, por isso qualquer contradição é motivo para que ela ordene que a cabeça da pessoa/criatura seja cortada, por isso Alice precisará de toda a sua astúcia se quiser sobreviver a Rainha ou as criaturas mágicas nada amigáveis.


Tudo que Alice passa durante a leitura tem uma justificativa, mostrando assim o processo de crescimento. Inclusive o gato risonho que em uma hora tenta ajudá-la ou até mesmo confundi-la em alguns momentos, como se quisesse mostrar que existem muitos caminhos a serem seguidos/ explorados, mas que todas as suas ações tem consequências.

Durante os doze capítulos é possível ver a belíssima obra que a editora faro trouxe ao leitor. Temos ilustrações originais que despertam a imaginação do leitor, a diagramação está delicada e muito bonita, e enquanto viajamos no País das Maravilhas é possível ficar completamente fascinado com a edição física.


Alice no país das maravilhas é um clássico quase que "obrigatório"! Esse livro é um dos meus livros infantis preferidos, eu mesma fui alfabetizada lendo clássicos e Alice foi uma dessas leituras. 

Apesar de ter sido escrito em 1865 o livro continua atemporal, por isso se quiser embarcar na leitura sugiro dar uma olhadinha nessa edição da Editora Faro, pois ela está maravilhosa.


— Quem… é… você?… — Inquiriu a Lagarta. Alice respondeu: — Eu… Neste momento, não sei dizer muito bem, Senhora. Sei quem eu era quando acordei hoje de manhã, mas creio que deva ter mudado várias vezes desde então.

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