23 outubro 2013

Resenha: Ecos da Morte


Autora: Kinberly Derting 
Editora: Intrínseca
Número de páginas: 272
Ano: 2011
Avaliação: ☆☆☆☆

Sinopse: Violet Ambrose tem dois problemas – o dom mórbido e secreto que carrega desde a infância e Jay Heaton, seu melhor amigo, por quem está apaixonada. Aos dezesseis anos e confusa com os novos sentimentos em relação a Jay, ela começa a ficar cada vez mais incomodada com sua estranha habilidade – Violet encontra cadáveres. Desde pequena ela percebe os ecos que os mortos deixam neste mundo. Ruídos, cores, cheiros. Mas não todos, apenas os das vítimas de assassinato. Para ela, isso nunca foi um grande talento. Na maioria das vezes, tudo o que encontrava eram pássaros mortos, deixados para trás pelo gato da família. Mas, agora que um serial killer está aterrorizando a pequena cidade onde mora e os ecos das garotas assassinadas a perseguem dia e noite, Violet se dá conta de que talvez seja a única pessoa capaz de detê-lo. Em pouco tempo ela estará no rastro do assassino. E ele, no dela.


Nessa história conhecemos Violet, uma garota que tem o incrível dom de encontrar cadáveres. Não importando se é humano ou não, e algo que eu achei bem interessante é: se você mata alguém isso deixa uma "marca" em você e é essa "marca" que Violet chama de "eco". Basicamente é a mesma coisa que um cadáver emite, que só ela é capaz de sentir e ver, as vezes dependente do eco ela escuta alguma coisa.

Existe um serial killer a solta que faz com que Violet tente ajudar a policia a descobrir (seu tio é um policial), apesar de seus pais serem contra isso e quererem que a mesma fique fora da situação.
Essa história não é apenas mórbida, mas também tem um romance bem fofo entre ela e seu melhor amigo Jay, que se vê disposto a ajuda-lá com seus planos malucos de achar o assassino.

Os pais de Violet sempre tentaram entender a vida difícil que ela leva, e tentam ajuda-la da melhor maneira possível, mas é difícil só conseguir descansar quando o cadáver que ela encontrou tem um enterro descente. Por isso a mesma quando era criança achava os cadáveres dos animais e enterrava no quintal.  Então vocês imaginam quando ela encontra um ser humano, como não deve ser difícil para ela tentar se concentrar e esperar que a família do cadáver de um enterro descente.

Os capítulos são intercalados uma hora sendo contatos pela Violet e outra hora você se vê na cabeça do assassino, por isso é bem curioso e confuso as vezes.
Gostei da personagem, apesar de não ser a melhor e mais cativante do mundo, ainda em meio a todo esse cenário vemos ela tentando levar uma vida normal de uma adolescente indo para o colégio e curtindo com os amigos.

E um conselho que eu dou ao leitor, se você acha que está tudo bem: nem tudo é o que parece. É sempre bom desconfiar de tudo e de todos nesse livro e quando menos se espera você será surpreendido.
Gostei da leitura, não achei nenhum erro e adoro o estilo da capa desse livro, inclusive o outro segue o mesmo estilo.

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