Resenha: Não existe amanhã - Killing Eve

janeiro 07, 2022

 
Autor: Luke Jennings

Editora: Suma

Número de Páginas: 240

Ano: 2021

Avaliação:  ☆☆☆☆ | 4.5

Sinopse: Em um quarto de hotel em Veneza, onde acabou de concluir um assassinato de rotina, Villanelle recebe um telefonema tarde da noite. Eve Polastri, a funcionária do governo inglês que está em seu encalço há meses, conseguiu rastrear um oficial do MI5 a serviço dos Doze e está prestes a levá-lo a interrogatório. Enquanto Eve se prepara para procurar respostas, tentando desesperadamente encaixar as peças de um terrível quebra-cabeça, Villanelle avança para o abate.
O duelo entre as duas mulheres se intensifica, assim como sua obsessão mútua, com a ação passando dos altos picos do Tirol até o coração da Rússia. Eve enfim começa a desvendar o enigma da identidade de sua adversária, e Villanelle se pega correndo riscos cada vez maiores para se aproximar da mulher que pode ser sua ruína.
Um thriller cheio de descrições chocantes e também sensuais, Não existe amanhã é brilhante ao narrar a mente psicótica de uma assassina e a caçada apaixonada de sua nêmesis, aproximando duas rivais a ponto de não saberem mais se estão uma contra a outra... ou mais unidas do que nunca.

Nessa leitura iremos acompanhar a Eve lidando com tudo o que aconteceu no livro anterior, seu casamento problemático, ela tentando lidar com a morte de seu amigo e a sua obsessão pela assassina Villanelle. 
Villanelle continua cumprindo suas missões, mas existe uma enorme necessidade de saber que Eve está seguindo seus passos, consequentemente Eve continua na cola da assassina e acredita que a qualquer momento irá pegar Villanelle. 
Atualmente Villanelle está trabalhando com Lara, uma personagem que sabe quem exatamente Villanelle é e seu verdadeiro nome. 

Apesar de procurar alvos cada vez mais difíceis para ter um pouco de emoção, Villanelle quer mesmo é continuar seu jogo de gato e rato com Eve. A cada página que passa Villanelle sente-se mais atraída por Eve, esse jogo perigoso que as duas estão jogando está cada dia mais interessante. 
Apesar de serem pessoas completamente diferentes, Villanelle e Eve são muito parecidas e ao mesmo tempo são lados opostos da mesma moeda. É interessante ver a interação das duas, a leitura fica tão envolvente que você nem sabe ao certo para quem está torcendo. 

Essa foi um leitura sem rodeios, esse livro não perdeu tempo com introduções e focou muito bem nas cenas de ação. Foi cativante, sedutor e terminou bem melhor que o anterior, pois no primeiro livro o final termina de forma repentina. 
A reviravolta dessa leitura promete mais interações das duas no futuro e após terminar o livro consegui entender porque todo mundo diz que esse é o melhor livro da trilogia!
Temos ação, drama, mistério, traição, sedução, mortes e agentes duplos, realmente um livro muito bom, mas aviso desde já que existe uma cena um pouco gráfica demais que pode incomodar algumas pessoas. 

No mais não posso falar muito para não dar spoiler visto que trata-se de uma leitura curta, estou ansiosa para a publicação do próximo livro (que ainda não tem previsão) no Brasil. 
Amei muito a capa desse livro que segue a mesma linha que a capa anterior e não encontrei erros enquanto lia. 



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